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Planejando a aposentadoria: diversificação e inflação!


por GestorFP

No plano financeiro para a aposentadoria, é preciso selecionar os ativos que comporão sua carteira de investimentos. Já falamos aqui outras vezes, mas não custa lembrar, que essa composição deve balancear risco e retorno, respeitando sua capacidade de poupança, para que você atinja seu objetivo com eficiência. Não coloquei a liquidez nesse balanceamento, porque já supus que os recursos ficarão alocados, sem necessidade de resgate, até a aposentadoria.

Há muitos ativos disponíveis no mercado financeiro, adequados para horizontes de longo prazo: títulos públicos (do Tesouro Direto), títulos privados (de bancos e/ou empresas não financeiras), previdência privada, ações, fundos de investimento, fundos imobiliários e, até mesmo, os próprios imóveis. Cada um tem seus pros e contras. Por isso, diversificação é a palavra de ordem.

Não inseri nessa lista a caderneta de poupança, porque seu ganho real tem sido praticamente zero nos últimos anos: se num ano, a rentabilidade supera a inflação, no outro, fica aquém. E superar a inflação é condição essencial para planos de longo prazo. De que adianta economizar, guardar dinheiro, poupar para o futuro, e ter rendimentos que nada mais são que reposição do poder de compra? Em outras palavras, de que vale deixar de consumir hoje, se, lá no futuro, eu vou consumir a mesma coisa, sem nenhuma recompensa por ter adiado o consumo?

Pensem nisso.

Vou parar por aqui, para não estender demais o texto. Semana que vem, apresento as vantagens e desvantagens da previdência privada.