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Sobre os horários para investir...

Reproduzindo aqui no blog a explicação que demos para a dúvida de um cliente/investidor que participa do nosso grupo no WhatsApp (se você tiver interesse em participar também, mande-nos uma mensagem para o 83 987302220) Dúvida: Se o cliente que enviar a TED hoje, é possível investir ainda hoje? Resposta: As operações de investimento no Mercado Financeiro respeitam: (1) os horários padrões (ex. ações, fundos imobiliários respeitam os horários do pregão da B3, os produtos bancários - CDB, LCA, LCI - respeitam os horários dos bancos); (2) os horários definidos no regulamento do produto (ex. fundos de investimentos - ver imagem a seguir) e (3) os horários do mercado de balcão (ex. CRI, CRA). Para o fundo BTG Yield DI (imagem abaixo), o horário limite para aplicação é 15h (horário de BSB, sempre). Portanto, é preciso que a TED seja feita antes desse horário para dar tempo dos recursos chegarem ...

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Melhores opções para minha carteira de médio/longo prazos.

Uma carteira de investimentos deve priorizar o equilíbrio entre os fatores retorno, risco e liquidez. A gente já vem falando disso há alguns posts. Uma vez definidos seus objetivos e calculada sua capacidade (periódica) de poupança (quanto você consegue economizar para investir), dividimos a carteira em classes de liquidez e buscamos, em cada classe, maximizar a relação retorno/risco. Classe "Curto Prazo" Os recursos para sua reserva de emergência ou sua reserva para oportunidades de curto prazo compõem a classe mais líquida com duas premissas: - Não queremos correr o risco de precisar “queimar” preço dos nossos ativos para fazer caixa; - Não queremos volatilidade, para evitar que a necessidade de resgatar os recursos coincida com um período de volatilidade para baixo. Essas duas premissas visam à preservação de principal e rendimento. Obviamente que o rendimento será baixo: estamos abrindo mão dele para maximizar liquidez e minimizar risco. Classe "Médio/Longo Prazos" ...

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Passo a passo para montar sua carteira de investimentos.

1. Comece o quanto antes! 2. Defina o montante que será investido na data 0; 3. Calcule sua capacidade mensal de poupança (quanto você consegue investir todo mês). Invista o máximo que puder, sem prejudicar sua qualidade de vida; 4. Defina seus objetivos, atribuindo prazo para cada um deles; 5. Associe cada objetivo a uma classe de liquidez; 6. Calcule quanto precisará para cada classe de liquidez; 7. Identifique sua tolerância a risco (de mercado, de crédito, etc.). Para os objetivos de médio e longo prazos, aceite correr um pouco mais de risco: isso significa mais potencial de retorno; 8. Para cada classe de liquidez, selecione ativos que maximizem o retorno, aceitando algum risco (item 7), aproveitando isenção fiscal, fugindo de produtos bancários e atentando para a taxa real (acima da inflação); 9. Defina a estratégia de investimento para os aportes mensais: em que classe de liquidez eles entrarão e ...

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