Consultoria

"As riquezas têm asas, as dívidas (não planejadas) têm garras."

Temos recebido, infelizmente, o contato de várias pessoas em situação financeira desesperadora. Segundo elas mesmas “estou no fundo do poço”, “estamos com a corda no pescoço”, “não sei mais o que fazer”, “as dívidas são um bola de neve”, “não estou no vermelho, estou no preto”.

Essas pessoas chegaram até esse ponto por motivos externos e por motivos internos. Os motivos externos são a política de crédito ao consumo e a propaganda massiva de apelo ao consumo de bens e serviços supérfluos. Os motivos internos são o materialismo, o consumismo e o imediatismo (que é o desejo de “ter” em curto prazo).

Se você é uma dessas pessoas, segue orientação (breve e generalista) para lhe ajudar a sair dessa “encrenca”. Para uma orientação mais específica, veja item "Dívidas" na tabela de preços da Orientação Básica Online na seção Consultoria Online:

- Faça um levantamento de todas as suas dívidas (empréstimos, financiamentos, cartão de crédito, cheque especial) indicando saldo devedor, valor da prestação, taxa e prazo restante; indique para cada dívida quem é o credor;

- Se tiver alguma aplicação (poupança, por exemplo), resgate e amortize a dívida mais cara (ou aquela mais difícil de negociar);

- Se tiver algum ativo que possa ser devolvido, vendido ou refinanciado, faça isso e use o dinheiro para quitar/diminuir dívidas;

- Verifique se consegue empréstimos com seus familiares e amigos, mesmo que pagando juros (mais baixos, claro!). Quite as dívidas mais caras com esses empréstimos;

- Tente negociar suas dívidas com seus credores. Veja o que eles propõem;

- Tente fazer a portabilidade de crédito para outros bancos. Se você tem crédito e margem consignável, tente um empréstimo consignado para quitar o saldo do cartão, o cheque especial e outras dívidas caras. Entre em contato para lhe indicarmos alguns parceiros que poderão lhe oferecer ótimas condições;

- Tente antecipar 13º, IR para amortizar as dívidas mais caras. Leia mais sobre isso no nosso blog clicando aqui;

- Faça uma lista de tudo o que gasta durante o mês. Indique o que é essencial, o que é importante, o que é supérfluo e o que é desperdício. Priorize o que é essencial e importante. Verifique se é possível reduzir o que é importante. Elimine supérfluos e desperdícios;

- Verifique se é possível aumentar a renda, fazendo algum serviço extra;

- Toda sobra de caixa durante o mês deverá ser destinada ao pagamento das dívidas;

- Assista ao curso “Mudança de hábitos financeiros”. Não é gratuito, mas não é tão caro. E vale a pena! Clique aqui para conhecer um pouco mais;

- Uma vez iniciado o plano de pagamento das dívidas, é preciso continuar com os bons hábitos financeiros e a boa gestão de seus fluxos de caixa. Se não for assim, você terá feito esse esforço em vão.