Consultoria


Coaching financeiro

“Coaching” financeiro é um processo que auxilia o cliente a alcançar suas ambições financeiras pessoais. O resultado desejado com esse treinamento é a independência financeira do indivíduo e a retomada das “rédeas” da sua vida financeira para sempre. Assim sendo, é imprescindível que o “Coaching” tenha início, meio e fim, normalmente, em um prazo que varia de 3 a 6 meses, com reuniões semanais.

O processo se inicia com o cliente expondo suas dificuldades, dúvidas e interesses, bem como, seu histórico pessoal relativo ao seu gerenciamento do dinheiro. De posse dessas informações, o treinador, chamado de “Coach”, ajudará seu cliente, chamado de “Coachee”, traçando planos para organização e orientação na busca dessa independência. Esses planos incluem mini aulas, explicando as vantagens e os diferenciais dos métodos utilizados, e uma série de exercícios práticos, do cotidiano do cliente, instruindo-o e apoiando-o na tomada das decisões corretas para obtenção dos resultados desejados.

"Eu acreditava não ser capaz de alcançar minha liberdade financeira, mesmo com um ótimo salário e tendo algum conhecimento de finanças pessoais. Pensava que nunca mudaria meus hábitos financeiros. Sempre gastei demais e não tinha força para encarar o problema. O Coaching foi essencial para minha mudança de atitude." A. P. A. - Recife/PE


Controle de caixa

Controlar o caixa mensal é base para a gestão financeira pessoal. É uma obrigação de toda pessoa física. Por isso, deve ser encarado como um objetivo e não como parte do planejamento financeiro. Não se trata de como fazer e, sim, do que queremos ter. Queremos ter o controle no nosso fluxo de caixa, pois, só com esse controle, conseguimos manter nossas contas no positivo e ter segurança sobre a existência de superávit mensal.

Não confunda controlar o fluxo de caixa mensal com conhecer o fluxo de caixa mensal. O objetivo de controlar ultrapassa o de conhecer. Conhecer faz parte do diagnóstico financeiro. Controlar é usar as informações levantadas e avaliadas no diagnóstico para, no mínimo, preservar o padrão de vida.


Family Office

Family Office é um escritório criado para gerenciar a renda e o patrimônio de uma ou mais famílias. Geralmente, o Family Office é responsável por todos os aspectos relativos às finanças da família, como gestão do caixa, alocação de ativos financeiros, proteção patrimonial, seguros, planejamento educacional, gestão de propriedades, contabilidade, planejamentos tributário e sucessório e filantropia.


Gestão de crédito e dívidas

Gerenciar o crédito significa saber o que fazer com ele: não abusar do crédito disponível e buscar sempre aumentá-lo e melhorá-lo. O crédito é uma disponibilidade e tê-lo não lhe obriga a usá-lo. Ter crédito é uma garantia, é segurança. Gerenciá-lo tem impacto direto nos planos para acúmulo de riqueza e na qualidade de vida, uma vez que o crédito permite a compra de alguns bens, sem risco de colocar seu orçamento doméstico em desordem.

Usar o crédito de forma inteligente proporciona a elevação de nossa pontuação de crédito, comumente chamada de credit score. Essa melhora significa crédito maior e mais barato: mais volume com menor taxa de juros. Usar o crédito de forma inteligente significa gerenciarmos sua quantidade e sua qualidade. Usar o crédito seguindo a atitude do “comprar-agora-pagar-depois” transforma seu orçamento em pesadelo e pode lhe levar à falência.

A predisposição dos financiadores em melhorar sua pontuação de crédito depende de sua situação financeira atual e de seu histórico como devedor. Se você tem superávit mensal de caixa, percentual de dívidas equilibrado dentro do orçamento e do balanço patrimonial e sempre pagou suas dívidas em dia (você é um bom pagador), você é forte candidato a ter crédito maior e melhor. É o cadastro positivo. Que banco não vai querer lhe emprestar dinheiro, sabendo que os riscos de inadimplência são mínimos?
O objetivo de gerenciar o crédito demanda planejamento. Queremos nos desviar das armadilhas (crédito fácil e sem burocracia, prestações que cabem no seu bolso, etc.) e construir um bom histórico. Talvez você nunca utilize esse crédito, mas é um alívio saber que ele estará lá se você precisar.

Gerenciar as dívidas não significa quitá-las imediatamente. O objetivo aqui é se livrar dos problemas causados pelas dívidas e não das dívidas. Queremos nos livrar das altas taxas de juros do cartão de crédito e do cheque especial, queremos nos livrar das prestações daquele empréstimo bancário feito diretamente no caixa eletrônico, queremos limpar nosso nome, livrar-nos dos credores, voltar a ter crédito e queremos sair do vermelho.


Gestão de riqueza

A consultoria em gestão de riqueza (wealth management) é um serviço customizado de gestão de investimentos, planejamentos sucessório e tributário e proteção patrimonial para clientes de alta renda. Com a gestão de riqueza da GestorFP, o cliente tem acesso às soluções e aos produtos mais sofisticados das instituições mais sólidas do mercado financeiro, como seguros de vida, assets, fundos exclusivos e holding familiar, e conta com a credibilidade e a competência de nossos profissionais para o planejamento, a execução e acompanhamento das decisões financeiras.

“Estou bastante satisfeita com a consultoria em finanças pessoais.  Meus objetivos foram bem traduzidos, e o planejamento, traçado de forma muito coerente, a partir do entendimento das minhas necessidades por parte do consultor.” D. F. - Recife/PE


Holding familiar

Holding Familiar é uma das ferramentas mais eficientes para a proteção patrimonial e para os planejamentos tributário e sucessório.

Em relação à proteção patrimonial, a criação e utilização de uma holding familiar reduz a exposição do sócio ou acionista a inúmeras situações de responsabilidade solidária e facilita a gestão coletiva disciplinando a participação de cada membro e evitando potenciais conflitos familiares. Já no aspecto fiscal, a holding familiar permite a otimização da carga tributária, via retorno de capital sob a forma de lucros e dividendos e via minimização dos impostos na transmissão do patrimônio.


Planejamento de aposentadoria

A longevidade das pessoas está aumentando – vive-se por mais tempo e mais ativamente. A aposentadoria torna-se, cada vez mais, um período de usufruto, com vida social, lazer e viagens, e não apenas uma espera sedentária. Esse fato, associado ao crescente preço da alimentação e dos cuidados com a saúde, eleva consideravelmente as necessidades financeiras, que ficarão ainda maiores nos próximos anos. Cabe a nós garantir – mesmo que recheado de incerteza quanto aos parâmetros (por exemplo, gastos mensais, prazo, inflação e rentabilidade média) – nosso bem estar financeiro na aposentadoria. Seu padrão de vida no futuro é sua responsabilidade, mais do que de qualquer outra pessoa.

Mesmo sabendo que o Estado possui um sistema previdenciário visando esse fim, não podemos deixar tudo por conta dele. O déficit da Previdência Social e as incertezas quanto ao futuro do atual regime previdenciário são razões mais que suficientes para você avaliar e planejar formas complementares de garantir sua tranquilidade financeira no futuro, principalmente se você faz parte do Regime Geral de Previdência Social.


Planejamento de investimentos

Planejar os investimentos significa se planejar para melhorar seu padrão de vida no futuro: Para tanto, você deve aumentar o superávit mensal (adquirindo ativos que geram dinheiro ou devolvendo passivos que consomem dinheiro) ou adquirir ativos que não geram dinheiro, mas proporcionam qualidade de vida.

"Foi muito importante ter realizado o meu planejamento financeiro com o Rodrigo Leone. Aprendi a organizar melhor minhas finanças." A. B. L. - Recife/PE

"Com a consultoria da GestorFP, ficamos mais seguros em relação à composição e à diversificação de nossa carteira de investimentos de longo prazo." L. G. - Fortaleza/CE

Aumentar o superávit mensal significa elevar o total de entradas de caixa mensal e/ou diminuir o total de saídas de caixa mensal. Como queremos esse aumento no futuro, algumas formas de elevar o volume de entradas de caixa são: contribuir para um plano de previdência com renda atuarial, investir em imóveis para receber renda de aluguel, investir em uma fazenda de criação de gado para gerar receita de engorda, investir em ativos financeiros para receber dividendos ou juros (que serão resgatados) ou para acumular uma quantia que permita retiradas mensais programadas, ou, ainda, planejar sua carreira. Todos esses exemplos se caracterizam pela aquisição de ativos que geram dinheiro.

Para diminuir o volume das saídas mensais de caixa, precisamos planejar a amortização das dívidas de longo prazo constantes de seu passivo no Balanço Patrimonial. Ao amortizar as dívidas, você estará diminuído o peso dos juros nas despesas financeiras de sua Demonstração do Resultado Mensal e, consequentemente, se aproximando do fim das despesas com as respectivas prestações. Amortizar as dívidas é, portanto, devolver passivos que consomem dinheiro.

Adquirir propriedades (ativos que não geram dinheiro) significa aumentar seu ativo no Balanço Patrimonial com as finalidades: (1) desfrutar do produto do ativo ou (2) desfrutar do próprio ativo.
Para desfrutar do produto do ativo, é preciso adquirir ativos que gerem dinheiro, visto que o dinheiro é o único produto que nos interessa dos ativos. Gerando dinheiro, conseguimos maior volume de entradas mensais de caixa, sem elevar o volume das saídas de caixa. Ou seja, desfrutar do produto do ativo é a melhora no padrão de vida proporcionada pelo aumento no superávit mensal.

Para desfrutar do ativo propriamente dito, não precisamos que ele gere dinheiro. Aliás, os ativos indicados nesse caso dificilmente gerarão dinheiro. Não é essa a intenção. A melhora do padrão de vida vem unicamente de seu gozo.


Planejamento sucessório

Planejar a sucessão de seu patrimônio significa criar condições de acumular, preservar e distribuir sua riqueza, em vida ou após sua morte, minimizando os efeitos da carga tributária e os custos administrativos e, dessa forma, conseguir maximizar o montante que seus dependentes, herdeiros e beneficiários receberão. Esse objetivo está ligado, evidentemente, ao objetivo de minimizar os efeitos da tributação, mas também tem relação com o planejamento para contratação de seguros e para a aposentadoria.


Planejamento tributário

Planejamento tributário significa ter um mecanismo que aja de forma corretiva e/ou preventiva, dentro das alternativas legais existentes, para evitar o excesso de tributação. O fundamento por trás desse objetivo é se certificar de que você aproveitará todas as deduções a que tem direito, tirando vantagem das várias provisões que vão minimizar suas obrigações fiscais. Esse objetivo está intimamente ligado aos objetivos de aposentadoria e sucessão.

Ao pagar menos impostos, maximizamos nossa renda. Muitas vezes, pagamos mais impostos do que o necessário por desconhecimento de Contabilidade Tributária e do enorme leque de produtos financeiros oferecidos pelo mercado.

O desconhecimento de Contabilidade Tributária ocasiona a má interpretação do fato gerador do tributo e, consequentemente, um pagamento com erro ou em excesso. O desconhecimento do leque de produtos financeiros impede que se identifique aquele mais adequado ao objetivo financeiro buscado, no sentido da economia tributária.


Proteção contra riscos

A proteção contra riscos deve considerar os riscos de contingências, hoje e no futuro, e os riscos do mercado financeiro.

Proteger-se contra riscos de contingências, como objetivo de manutenção do padrão de vida no presente, significa se precaver contra as incertezas e qualquer infortúnio que possam destruir seu bem estar financeiro atual.
Os riscos a que estamos expostos e que afetam nossa vida financeira no presente são bem variados: doença, acidente, roubo, desemprego, invalidez, divórcio, crise econômica e volatilidade do mercado de ações. Esse último pode ser evitado, os outros não, por isso devem ser gerenciados, para o bem das finanças da família. Riscos de contingências não gerenciados podem por em cheque o orçamento doméstico e destruir o patrimônio acumulado durante anos.

Proteger-se contra riscos de contingências, como objetivo de manutenção do padrão de vida de seus dependentes, significa se precaver contra os problemas e contratempos financeiros ocasionados por conta de sua morte prematura. Você precisa antecipar as necessidades financeiras que seus dependentes terão a fim de tomar hoje as medidas necessárias para que eles possam enfrentá-las e resolvê-las sem maiores dificuldades. Afinal, você não quer deixar trabalho (do ponto de vista financeiro) para os outros.
Gastos com enterro, tratamento (médicos, medicamentos e hospitais) terminal (não coberto por planos de saúde) e dívidas contratadas (que você gostaria que fossem imediatamente quitadas) demandam disponibilidades líquidas de caixa. Se seus dependentes são literalmente dependentes, pois contam com seu suporte financeiro, você precisa resolver esse problema por eles antes de morrer.

Proteger-se contra riscos do mercado financeiro significa ter estratégias e táticas de defesa de seus ativos, principalmente dos ativos financeiros, contra a volatilidade do mercado financeiro. Se você tem perfil e investe no mercado de ações e de opções, é interessante diversificar sua carteira, avaliar operações com travas, colocar stops e starts, ou, mesmo, deixar sua compra e venda por conta da mesa de operações de um agente autônomo ou de uma corretora.